Por: Jorge Silveira Duarte Este artigo propõe uma reflexão sobre os desafios enfrentados pelos municípios na identificação, reconhecimento e construção de uma identidade territorial distintiva.
Por: Jorge Silveira Duarte Este artigo propõe uma reflexão sobre os desafios enfrentados pelos municípios na identificação, reconhecimento e construção de uma identidade territorial distintiva.
O turismo é uma força motriz que impulsiona o desenvolvimento econômico, cultural e social de regiões e países em todo o mundo. Para colher os benefícios desse setor, é fundamental uma abordagem estratégica sólida, com o Plano Diretor de Turismo como ponto de partida.
Culturalmente a população brasileira é dependente de autoridade, e esta dependência se reflete na construção do Direito brasileiro ainda no período colonial, visto haver sofrido influências do Direito português, romano e germânico. No período das capitanias hereditárias a administração da justiça era de responsabilidade dos senhores donatários, possuidores soberanos da terra, e estes exerciam funções de administradores, chefes militares e juízes, detendo um total controle na aplicação da lei, uma centralidade de poder que se impunha sobre a população.
Também seria assim na vida cotidiana? Uma localidade que não se planejasse poderia se transformar em uma comunidade zumbi? Primeiro vamos entender o sentido comum, dicionarístico, de futuro. Conforme definição do dicionário futuro é “o tempo que virá” ou “tempo verbal utilizado para indicar fatos certos ou prováveis a ocorrer em momento posterior ao que se fala”. Passado é o “tempo anterior ao presente; tudo o que ocorreu nesse tempo” (Dicionário online Caldas Aulete). Presente é o tempo atual em oposição ao passado e o futuro.
O turismo como fenômeno social, cultural e econômico promove o fluxo de pessoas, gera divisas, emprega mão de obra e dinamiza a economia. Mensurar os impactos que esta movimentação gera na cadeia produtiva e no ambiente dos destinos turísticos, se caracteriza como um desafio a ser superado por agentes, públicos e privados, diretamente responsáveis pelo planejamento e a gestão da atividade turísticas nessas localidades.
Há mais de 15 anos venho trabalhando com turismo; ora, no desenvolvimento de municípios, ora no agenciamento de viagens. E tenho percebido, sobretudo, para que haja uma perfeita sincronização entre a oferta de turismo e a demanda, é necessário o investimento em projetos que atrairão os turistas para a localidade, promovendo assim o desenvolvimento de vários setores da economia, sejam eles ligados ao trade turístico como por exemplo os meios de hospedagem, agências receptivas, restaurantes, entre outros, como também das demais economias que indiretamente suprem as necessidades desse segmento econômico.