O processo de desenvolvimento do Turismo no Estado de São Paulo amadureceu muito com a lei 1261/2015 que definiu condições e requisitos para as Estâncias
O processo de desenvolvimento do Turismo no Estado de São Paulo amadureceu muito com a lei 1261/2015 que definiu condições e requisitos para as Estâncias
O artigo a seguir é uma reflexão, escrita a partir de experiências vividas ao longo de 10 anos transitando em processos de regionalização do turismo. Inicia tratando de alguns conceitos de governança, depois trata da importância do planejamento colaborativo entre poder público e iniciativa privada até propor um modelo de governança e gestão do desenvolvimento do turismo regional.
Neste post publico a segunda parte da entrevista com Paolo Saturnini, ex-presidente nacional da Associazzione Cittá Del Vino; ex-prefeito de Greve in Chianti entre 1995 e 2004; autor de dois livros de culinária envolvendo vinhos e do livro “L’armonia Del Chianti – riflessioni su una terra in bilico” sobre seu território e as memórias do nascimento do Movimento Cittaslow.
Entre os meses de setembro a dezembro tive a oportunidade de participar do Plano Diretor de Turismo do município de Águas de São Pedro. Foi um processo de construção colaborativas entre poder público e entidades representativas do setor de turismo. Um dos itens que mereceram tempo de reflexão e diálogo entre os participantes foi a visão de futuro.